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Ismael Caldas

A pintura de Ismael Caldas é uma expressão do insólito, pois representa o outro lado da beleza. Esse olhar sobre o que é incomum, chegando à crítica social, revela a consciência política do artista pernambucano, que vivenciou os anos da ditadura brasileira e que, através do figurativismo, expressa a angústia reinante na época.

Ismael Caldas Gouveia nasceu em Garanhus, em 1944. Aos 20 anos, ingressou na escola de artes da Universidade Federal de Pernambuco. Sua estreia nas exposições ocorreu em coletivas organizadas pelo Diretório Acadêmico. A primeira grande oportunidade surgiu em 1966, quando participou do 25º Salão do Museu do Estado de Pernambuco.

No ano seguinte, a arte de Ismael ultrapassou as fronteiras de Pernambuco e ele foi convidado a expor na 9ª Bienal Internacional de São Paulo. Ao longo dos cinquenta anos de sua carreira, participou de diversas exposições coletivas em palcos como o Salão de Arte Global (1974), o Salão de Verão no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1975), a exposição Recife Porto na Arte em Porto, Portugal (1994), e no Museu do Estado de Pernambuco (1994).

Ismael também teve exposições individuais de destaque, como na Galeria 86 em Recife (1972), no Instituto Goethe em Salvador (1974), na Galeria Vernissage no Rio de Janeiro (1975), no Artespaço em Recife (1984/1990/1994), e na Galeria Bonino no Rio de Janeiro (1986).

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